IDG Now! – 10 razões para sua empresa largar o Windows e abraçar o Linux
O fim do suporte a versões antigas do Windows pode ser uma boa oportunidade para considerar a migração para o sistema que, além de livre, é grátis.Agora é uma hora particularmente boa para largar o Windows, tanto nas estações de trabalho como em servidores. Um exemplo: agora que a Microsoft parou de oferecer suporte para versões mais antigas do Windows em 13 de julho, você vai precisar de algo diferente para usar em seus servidores. Esteja você mudando do Windows Server 2003 para o 2008 ou para um servidor Linux – ou trocando o cansado Windows Vista dos desktops pelo alienígena Windows 7 ou algo mais amigável – o Linux lhe dá liberdade e, principalmente, liberdade de escolha.
Você pode acreditar que deixar o Windows e migrar para o Linux é algo difícil, mas a mudança no modo de pensar e a percepção dessa mudança são o que há de mais difícil. Se você já tentou atualizar o Windows XP para o Windows 7, então sabe o que é dor.
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Fazendo a transição: Trocando Windows por Linux
Fazendo a transição: Trocando Windows por Linux
A transição de sistemas é, reconhecidamente, uma tarefa complicada. Não é fácil um usuário Windows largar o sistema e se adaptar a filosofia Linux e a maneira como o novo sistema realiza as tarefas. Além disso, existe a mudança de aplicativos. Nesse post irei tratar exatamente dessa transição, utilizando-se de softwares livres que tem versão também para o sistema do Tio Bill.
Para entender esse processo, você precisa lembrar que não é nada agradável ser “largado” no Linux de qualquer maneira. Isso traumatiza o usuário e faz com que o mesmo não volte por livre e espontânea vontade ao pinguim. A ideia principal é trocar os aplicativos que ele utiliza pelos mesmos utilizados na maioria dos sistemas GNU/Linux. Se o usuário começar a utilizar diariamente no Windows aplicativos como Firefox, OpenOffice, aMSN, entre outros vai sentir muito menos a transição quando for utilizar o Linux que um usuário que era acostumado a utilizar o Internet Explorer, Office e Live Messenger.
viaFazendo a transição: Trocando Windows por Linux — Espaço Liberdade.
Força aérea americana compra 2 mil PS3 e vai rodar Linux neles
A força aérea dos EUA comprou 2.200 PlayStation 3 para reforçar seu supercomputador baseado no chip do console.
Segundo o Register Hardware, o centro de processamento conta atualmente com 336 consoles conectados via cabos RJ45 a um hub Gigabit Ethernet.
O supercomputador tem como funções principais a execução de testes para o processamento de imagens de radar em alta resolução O projeto é conhecido como Back Projection Synthetic Aperture Radar Imager.
Para rodar o sistema, a força aérea utiliza uma distribuição própria de Linux que controla todas as máquinas. (via info.abril.com.br)
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Google abre código de Chrome OS para brigar com Windows e Linux
Por Guilherme Felitti, do IDG Now!
Publicada em 19 de novembro de 2009 às 16h11
Atualizada em 20 de novembro de 2009 às 09h25
Sistema do Google inspirado no Chrome coloca buscador em rota de colisão com Windows 7, da Microsoft, e distribuições de Linux para netbooks.
O Google oficializou nesta quinta-feira (19/11) o sistema operacional Chrome OS, se posicionando como rival tanto do Windows, da Microsoft, como de distribuições Linux no crescente mercado de pequenos computadores portáteis, chamados também de netbooks.
O Google não distribuiu versões de testes ou anunciou equipamentos que chegariam às lojas com o Chrome OS. O lançamento final do sistema está programado apenas para o final de 2010. Nesta quinta, o Google anunciou que ofereceria o código fonte do software para download no The Chromium Blog.
Com o lançamento, o Google se posiciona em mais um setor como concorrente direto da Microsoft – além de busca, navegadores e serviços de e-mail, o Chrome OS brigará frontalmente com o Windows 7, versão mais recente do popular sistema que tem uma edição especial para netbooks.
Segundo o Google, o Chrome OS terá seu código totalmente aberto e desenvolvedores trabalharão no mesmo código que os profissionais do buscador.
Quando estiver finalizado, o Chrome OS não poderá ser baixado completo para ser instalado em netbooks ou laptops.
O Google certificará equipamentos que fabricantes de hardware terão de obedecer para instalar o sistema em netbooks que pretendem lançar.
O buscador defende a certificação como forma de manter a velocidade e segurança do sistema.
Netbooks, por exemplo, precisarão ter discos em estado sólido, não discos rígidos, teclados completos e chipsets para redes sem fio escolhidos pelo Google. Tecnicamente, o Chrome OS rodará em processadores x86 e ARM.
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Microsoft patenteou o comando sudo? (não!)
Leitores de uma variedade de sites de notícias de tecnologia (e o BR-Linux não está entre eles) receberam na semana passada a “notícia” de que a Microsoft havia patenteado o comando ’sudo’.
Todos eles se basearam em uma única fonte: uma análise do site Groklaw sobre a patente número 7617530 dos EUA que, segundo a notícia original, se referia ao funcionamento do comando sudo e criava “o monopólio de algo que é usado desde 1980 e que não foi inventado pela Microsoft”. Claro que isso vinha acompanhado de várias opiniões e comentários.
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Cinco razões que fazem o Ubuntu 9.10 melhor que o Windows 7
Nova versão do Linux (e praticamente qualquer outra distribuição) faz tudo que se precisa no PC, por menos dinheiro e problemas.
Mesmo reconhecendo que a Microsoft fez um bom trabalho com o Windows 7, que o novo sistema operacional está mais leve e é mais seguro que as versões anteriores já lançadas pela empresa, o que faz, então, um grande número de usuários continuar preferindo usar o Linux (sem contar os novos adeptos) e defender a plataforma open source com unhas e dentes?
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TSE abre inscrições para quem quiser tentar atacar as urnas eletrônicas
Objetivo é tentar burlar sistemas das urnas que serão usadas em 2010.
Melhores contribuições serão premiadas; inscrições vão até 13 de outubro.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abre nesta sexta (11) inscrições para quem quiser fazer as vezes de hacker e atacar os sistemas das urnas eletrônicas que serão utilizadas nas eleições do ano que vem. Os testes, que serão públicos, vão acontecer entre 10 e 13 de novembro deste ano. As inscrições vão até o dia 13 de outubro, sempre nos dias úteis, e devem ser feitas pessoalmente ou por carta registrada.
Para participar dos testes, o interessado (chamado pelo TSE de “investigador”) deve apresentar um plano de ação, em um formulário específico do tribunal, descrevendo os procedimentos que pretende tomar e os equipamentos que quer usar para tentar quebrar a segurança das urnas. Esse plano de ação será avaliado e, se aprovado pelo TSE, poderá ser posto em prática. O resultado dos planos aprovados pelo órgão sai no dia 26 de outubro, no Diário Oficial.
O tribunal se compromete a fornecer material de escritório, computadores com Linux e Windows, impressoras, ferramentas e softwares que não exijam licenças comerciais (a não ser que o “investigador” as possua), caso sejam solicitados.
O investigador será obrigado a assinar um termo de compromisso com o TSE repassando e demonstrando toda a documentação sobre os materiais e procedimentos dos testes, mesmo que eles não tenham sido bem-sucedidos. O tribunal vai criar um site especial para divulgar os resultados dos testes.
As contribuições “mais relevantes”, diz o TSE, serão premiadas. O órgão não divulgou quais prêmios serão distribuídos.
Nesta sexta, o TSE faz uma audiência pública em Brasília, a partir das 10h, em que vai explicar todos os procedimentos para os testes. O tribunal deve publicar o resultado das discussões em seu site.
Fonte: G1.com

