Ministra alemã alerta para o monopólio Google
Sabine Leutheusser-Schnarrenberger, ministra da justiça na Alemanha, alertou recentemente para o “monopólio gigante” que o Google está se tornando. A entrevista com a declaração foi concedida á revista alemã Der Spiegel. Schnarrenberger moustrou-se preocupada com o poder sobre os cidadãos.
Conforme a ministra, a empresa pode enfrentar ações legais se não for mais transparente.
– Inicialmente, eu não baniria ou pararia alguma coisa, mas quero criar mais transparência e assegurar que os usuários saibam o que acontece com suas informações – afirmou a ministra.
Eis o foco que deixa muita gente preocupada quando o assunto é Google: a quantidade de informações sobre os usuários que a empresa retém. Pense em quantas coisas estão no Orkut, no Picasa, Google Docs e Google Maps, por exemplo, que dizem muito sobre os usuários. Sem falar nas tecnologias de localização em tempo real.
– Acredito que a empresa tenha obrigações e muitas coisas devem ser melhoradas. Se isso não acontecer logo, deveremos tomar ações legais – completou Schnarrenberger.
Computador da HP tem webcam “racista” e vira hit na web
da Folha Online
Postado na internet no último dia 10, um vídeo que indica o não funcionamento de uma câmera da HP, que opera por meio de reconhecimento facial, já foi visto por mais e um milhão de internautas no Youtube. As imagens mostram um rapaz negro testando o equipamento –que deveria acompanhar seus movimentos– sem sucesso. Em seguida, após chamar uma colega branca para fazer o mesmo teste, a câmera começa a funcionar.
O autor do post, o americano Desi Cryer, diz em tom de humor que o computador é “racista”. Já a fabricante disse, por meio de nota em seu blog oficial, que o problema apontado pode ocorrer porque a webcam encontra dificuldades em “enxergar” o contraste em condições de luminosidade insuficiente. Também foram disponibilizadas informações para a melhor configuração da webcam.
viaFolha Online – Videocasts – Vídeo sobre webcam “racista” vira hit na web – 25/12/2009.
Firefox 3.5 ultrapassa o IE7 e lidera o ranking de navegadores mais populares do mundo
Mercado europeu já é dominado pelo Firefox 3.5. No Brasil há empate técnico.
Geek Por Matheus Gonçalves com Henrique Cesar Ulbrich
A última versão estável do navegador da Fundação Mozilla, Firefox 3.5, tem superado o Internet Explorer 7, da Microsoft, e desponta como o navegador mais utilizado no mundo, segundo o StatCounter, se computados os números de todos os países. O mercado europeu já é dominado pelo Firefox 3.5 há algum tempo. No Brasil há empate técnico e nos Estados Unidos os navegadores da Microsoft ainda reinam.
A guerra dos navegadores pela liderança de mercado começou há um bom tempo. Há muito se fala sobre o monopólio da Microsoft por vender seu sistema operacional com o Internet Explorer integrado. A Comissão Européia, inclusive, acusou a empresa de pressionar o mercado de forma a favorecer seu browser, como afirma o site IT PRO, do Reino Unido.
Entretanto, como mostrado no gráfico do StatCounter, o uso do navegador Internet Explorer 7, que liderava o mercado, tem caído de forma abrupta, deixando o primeiro lugar da lista para o Firefox 3.5. O browser, que já tinha ultrapassado o IE8 desde o início do mês de novembro, surge pela primeira vez no topo do ranking mundial e a curva de tendência indica que ali ele vai ficar por um bom tempo. Mesmo estando o produto da Microsoft em franco crescimento, estima-se que a adoção do Firefox continuará sendo maior que a do IE8. No entanto, conforme indicado pelo IT PRO, o IE6 e o IE8 atingem as marcas de, respectivamente, 13,9% e 20,9% da fatia de mercado mundial, portanto o aplicativo Internet Explorer, na união de todas suas versões, registra a utilização de 55,4% por parte dos usuários do mundo todo, o que ainda supera os 32,1% da soma de todas as edições do Firefox.
Nos Brasil existe hoje um empate técnico entre o Internet Explorer 7 e o Firefox 3.5. O navegador da Microsoft atinge 24,42% contra 24,12% do browser de código aberto. Todavia, o gráfico mostra um crescimento acentuado na utilização do aplicativo da Fundação Mozilla, e uma queda vertiginosa na popularidade do IE7. A lista brasileira segue com IE8, que registra 20,89%, IE6 com 9,77%, Firefox 3.0 com 8,75% e o Google Chrome 3.0 com 8,4%. Em termos absolutos, somando todas as versões, o Internet Explorer ainda dá um banho no Firefox, com 63,1% contra 32,05%.
Nos Estados Unidos a liderança absoluta é dos navegadores da Microsoft. Em termos totais, o somatório de versões do IE continua na frente, com 61,72%, seguido pelo Firefox com 27,43% e pelo Safari, da Apple, em distantes 6,62%. Curiosamente, nos EUA, o navegador Firefox 3.0 está à frente da versão mais nova, a 3.5, com 18,9% contra apenas 6,58%.
Na Europa o Firefox 3.5 já detêm 28,4% do mercado, contra 21,6% de uso registrado do IE8. Quase esquecido nos EUA e no Brasil, o Opera tem um público cativo no Velho Mundo, com 6,58%.
Na parte dos browsers para dispositivos móveis, o navegador Opera mantém-se na liderança mundial (25,7%), após ser ultrapassado por um breve momento pelo iPhone no primeiro trimestre de 2009. O que é interessante, visto que o navegador móvel da Apple está na dianteira nos mercados americano, europeu e brasileiro. Os números do Opera são puxados para cima pela Ásia, especialmente pela China.
No Brasil, os aparelhos Nokia/Symbian aparecem com larga vantagem (54,65%, contra os 16,11% do segundo colocado, o iPhone), enquanto na Oceania o BlackBerry (32,91%) e iPhone (31,98%) disputam cabeça-com-cabeça. Os gráficos de qualquer país ou região do mundo podem ser obtidos no atalho tinyurl.com/bdg8jv.
Via: Ig Tecnologia
Britânico faz o parto da esposa com a ajuda do Google
Leroy Smith usou o seu Blackberry para acessar o mecanismo de busca. Guia na Wikipédia ajudou no nascimento seguro da pequena Mahalia.
Desesperado ao perceber que sua esposa acabava de entrar em trabalho de parto em casa, o britânico Leroy Smith resolveu contar com a ajuda da internet, mais especificamente do Google. O futuro papai digitou então no mecanismo de busca “how to deliver a baby” ou “como fazer um parto”, em português para saber por onde começar.De acordo com reportagem publicada no jornal britânico “The Sun”, antes de recorrer ao Google, Smith chamou uma parteira, mas antes que ela conseguisse chegar ao local, Emma, de 25 anos, começou a ter fortes contrações.
Assim, o futuro papai de 29 anos pegou o seu BlackBerry, acessou a internet e buscou a ajuda do mecanismo de busca do Google para conseguir um passo a passo sobre como fazer um parto.
via G1 > Tecnologia – NOTÍCIAS – Britânico faz o parto da esposa com a ajuda do Google.
8.8.8.8: Google lança seu servidor de DNS público
Por dentro dos efeitos de camadas e seus grupos Imagine quantos dados agregados sobre hábitos de uso de serviços on-line eles vão poder coligir?
Talvez seja um passo a mais na implantação da Skynet, ou do Big Brother. Mas do jeito que anda o serviço de DNS prestado por provedores comerciais, e contando ainda com um endereço IP tão fácil de decorar 8.8.8.8, e com os resultados positivos dos primeiros testes de desempenho que acompanhei ontem, para mim o serviço do Google já acaba sendo uma possibilidade a mais em relação ao veterano OpenDNS.
Com texto do G1:
O Google anunciou nesta quinta-feira 3 o lançamento de seu serviço de DNS público, que promete tornar a experiência de navegação na internet mais veloz e mais estável. O protocolo DNS relaciona URLs por extenso com sua localização física no servidor.“O protocolo DNS é uma parte importante da infraestrutura da web, servindo como uma ‘caderneta telefônica’ da internet. Cada vez que você visita um site, o seu computador executa uma pesquisa DNS. Páginas complexas muitas vezes requerem múltiplas consultas DNS antes de completarem seu carregamento. Como resultado, o usuário médio da internet executa centenas de pesquisas DNS por dia, que, coletivamente, pode retardar a sua experiência de navegação”, explicou Prem Ramaswami, integrante da equipe de DNS público do Google, em post publicado no blog oficial da companhia. via g1.globo.com
via Br-Linux: 8.8.8.8: Google lança seu servidor de DNS público.


