Evolução do Android

Achei no DroidBrasil uma imagem muito interessante contando a evolução do Android… é meio grande mas vale a pena olhar.

Evolução do Android

 

Nova versão do Android é um ‘drástico avanço’, dizem fabricantes

Por IDG News Service

Publicada em 07 de novembro de 2011 às 08h00

Executivos presentes no painel Open Mobile Summit afirmaram que o Ice Cream Sandwich vai aliviar a fragmentação atual do sistema operacional.

A versão mais recente do Android, chamado Ice Cream Sandwich, provavelmente vai aliviar a fragmentação do sistema operacional, de acordo com executivos que participaram do painel Open Mobile Summit, em San Francisco.

A Google apresentou o Ice Cream Sandwich no mês passado no Galaxy Nexus, que deve estar disponível neste mês nos mercados norte-americano, europeu e asiático.

O novo sistema operacional móvel traz muitos recursos que as fabricantes de hardware tentaram fazer em versões anteriores do sistema adaptadas por elas mesmos, o que gerou diferenças entre as versões disponíveis no mercado, de acordo com alguns palestrantes do painel. Fabricantes e operadoras personalizam o OS para propósitos particulares desde 2007.

O ICS traz um “drástico avanço” para o Android, afirmou o vice-presidente sênior de inovação de produtos da Samsung, Kevin Packingham. Entre outras coisas, ele não precisa de botões físicos e inclui um recurso que permite ao usuário remover os itens da interface apenas deslizando o dedo sobre a tela.

“O Android apresenta alguma fragmentação devido ao seu rápido desenvolvimento…agora eu acho que muitas dessas capacidades estão disponíveis, e que essa fragmentação deve continuar a diminuir com o passar do tempo”, declarou Packingham.

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iOS x Android: recursos parecidos, mas abordagens diferentes

Apesar do visual e dos recursos principais deixá-los próximos inicialmente, os sistemas rivais de smartphones e tablets possuem grandes diferenças.

Quando a Apple lançar o iOS 5 na próxima semana, os usuários do iPhone e do iPad receberão vários recursos já disponíveis para os aparelhos Android, incluindo notificações, sincronização wireless, e operação sem necessidade de usar um computador.

Mas esse não é um jogo de “pega-pega”. Apesar de a Apple estar riscando da lista alguns recursos que apareceram primeiro no Android, o iOS 5 também dá um passo a frente a sua própria maneira. O Android, enquanto isso, mantém muitos de seus recursos únicos que o tornam um rival viável para o aparelho da Apple. O resultado são dois sistemas operacionais que, apesar de parecidos na aparência, são muito diferentes na verdade.

A abordagem da Apple: a força do serviço
Os recursos individuais que a Apple está adicionando ao iOS 5 não são tão importantes quanto o quadro todo: a companhia está criando serviços para os seus usuários. Com o iOS 5, um iPhone pode te lembrar de pegar o leite quando estiver perto de uma loja de conveniência. Ele pode entregar jornais e revistas de modo automático por meio do app Newstand (algo como Banca de Revistas). Pode enviar mensagens rápidas do iMessages para outros usuários iOS. E pode renderizar páginas da web em um formato fácil de ler sem nenhuma confusão.

Em outras palavras, a Apple cuida das coisas para que você não precise se preocupar com elas. O Siri, assistente virtual embutido e exclusivo do iPhone 4S, é uma extensão dessa ideia, permitindo aos usuários literalmente dizerem ao telefone o que faz e receber respostas e feedback de uma voz feminina computadorizada. O iCloud, por outro lado, é a “cola” que une todos esses serviços. Ele lembra o que você fez em um aparelho, para que outros aparelhos da Apple e Pcs possam tornar esses dados disponíveis.  Mesmo quando a Apple adiciona novos recursos, ela está “diminuindo” as coisas.

A abordagem do Android: praticidade e utilidade
A visão da Google para o Android não é tão coesa quanto a rival Apple com o iOS. O sistema é um apanhado de recursos e conceitos que, para o usuário comum, podem parecer mais complicados. Mas os usuários que aproveitam ao máximo os melhores recursos do Android acharão o sistema útil de maneiras que o rival iOS não é.

Já falamos muito sobre os principais recursos do Android antes: direções passo-a-passo, widgets, comandos de voz extensivos. Mas onde o Android realmente se destaca é nas pequenas coisas. Você pode anexar arquivos a um e-mail – incrível, eu sei. Pode criar atalhos para contatos, instruções de navegação e bookmarks (favoritos) na tela inicial.

E para todo o falatório sobre a integração com o Twitter da Apple,  o Android permite isso há anos e de uma maneira que está muito a frente. Toque no botão “compartilhar” (“share”) em um navegador web do Android, por exemplo, e verá opções para redes sociais como Twitter, Facebook, Google+ ou qualquer outro app no seu telefone que aceite URLs compartilhadas.

O iOS da Apple é um pacote de serviços fortemente “costurado”, feito para deixar a vida dos usuários mais fácil. O Android tem tudo o que você poderia pensar. A diferença de abordagem é a primeira coisa que todo usuário deveria considerar antes de se comprometer com qualquer uma das plataformas.

via iOS x Android: recursos parecidos, mas abordagens diferentes – Computação Pessoal – IDG Now!.

A mais pura verdade

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Nao conheco ninguem que isso nao tenha acontecido. Hehehe

Um “Apagão de dados” ronda o Brasil – Por Emilio Loures.

Notícias recentes sobre um provável apagão de antenas parabólicas atraíram bastante atenção. No entanto, essas notícias deixaram de tratar de uma outra forma de apagão, tão ou mais prejudicial para o país: o apagão de dados.

O que é, afinal, o “apagão” de parabólicas? Ao longo dos anos a TV aberta vem utilizando a faixa de 3,6 GHz via satélite (chamada Banda C estendida) para fazer a distribuição de sua programação. O início dos serviços de banda larga na faixa vizinha de 3,5 GHz causaria interferência na recepção da TV pelas parabólicas.

Então como resolver esse dilema entre a radiodifusão e os serviços de dados? A resposta: com bom senso. “Dados”, um conceito etéreo, nada mais é que conteúdo, igual ao conteúdo de voz e vídeo na radiodifusão. Todo conteúdo deve achar os meios para sua distribuição. No fundo, trata-se de um mesmo problema: como criar os novos meios para dar vazão ao crescimento explosivo no tráfego de conteúdo, independente do formato? Na América Latina, o tráfego IP deve crescer em média 50% ao ano até 2015, segundo recente pesquisa da Cisco.

Nas palavras do conselheiro João Rezende, da ANATEL, em 2016 teremos um déficit de cerca de 400 MHz em faixas para serviços de dados. Déficit que aumentará se somarmos os 200 MHz que estão em disputa na faixa de 3,5 GHz.

Um exame mais minucioso dos números de lares no Brasil com antenas parabólicas seria útil para aumentar a dose de bom senso na discussão.  Alguns propalam que há no Brasil cerca de 22 milhões de lares com parabólicas – estatística que não parece encontrar respaldo na realidade. Segundo o IBGE, são 57 milhões de domicílios no país, dos quais 10,8 milhões tem TV por assinatura (dados da TELECO), deixando 46,2 milhões de lares cobertos apenas pela TV aberta. Não é factível supor que quase 50% dos lares brasileiros dependem de uma parabólica.

Mas aceitemos que exista uma parcela importante de lares que necessitam de parabólicas. Por que um morador de um grande centro pode ter acesso livre à TV, enquanto outros precisam pagar no mínimo R$ 300,00 por uma antena e conversor de sinal? A TV aberta é então TV paga para cerca de 50% de nossos lares?

O fato é que a expansão da TV parece ter sido feita sem a montagem das infraestruturas terrestres de distribuição de sinais. Usou-se o satélite, que deveria apenas redistribuir sinais às afiliadas das grandes emissoras, para a radiodifusão direta aos lares brasileiros. E dessa forma, ela trombou com a faixa de frequência destinada para o uso de transmissão de dados. Sem aviso e aos poucos, quem quis acesso à TV teve que pagar por ele.

A faixa dos 3,5 GHz vem sendo estudada e debatida nos últimos sete anos, com duas resoluções determinando seu regulamento de uso. Esperava-se de que nesse horizonte de tempo o nó das parabólicas fosse desatado. Se tomarmos como marco o ano de 2006 (data prevista para o último leilão), são  já cinco anos em que nenhuma medida foi tomada para equacionar o problema.

Vendem-se parabólicas como nunca, onerando o cidadão, e não se montam as redes terrestres.

A prova cabal está nos 4,65 mil municípios do Brasil onde não há qualquer uso para a faixa de 700 MHz, de acordo com a ANATEL. É nessa faixa que teoricamente se deveria fazer a radiodifusão terrestre. Valeria inclusive a pergunta sobre onde se fará a TV digital no país. O que vamos digitalizar se as redes simplesmente não existem? Procrastinar não é resolver, é impingir à sociedade brasileira mais atraso na oferta dos serviços de banda larga.

Emílio Loures é Diretor de Assuntos Corporativos da Intel Brasil

via Intel vê risco de apagão de dados no Brasil – TI – Notícias – INFO Online.

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